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Textos com Etiquetas ‘Justiça’

A vida nos oferta muitas coisas maravilhosas …

22, outubro, 2009

Caros leitores do Blog,

Este post não é diretamente ligado aos objetivos e propósitos do blog, como mas como blogueiro e ser humano, que possui emoções e sentimentos, entendo como mais do que justo que compartilhemos bons momentos e coisas importantes de nossas vidas com as pessoas que gostamos. Hoje, dia 22 de outubro de 2009, foi um dia muito maravilhoso para mim, graças a um complexo projeto que tive a honra de orientar com o fundamental apoio e coordenação da equipe da Fábrica de Sítios do ITEC, onde atuo profissionalmente.

O projeto fruto desta homenagem foi o recém-lançado “Site Oficial do Conselho Penitenciário do Estado de Alagoas”. Este site foi fruto de um sonho do seu atual Presidente, Dr. Francisco Torres. Dr. Francisco é um senhor muito culto, e apesar de sua longa jornada de vida, sabe o quão a internet é importante para dar transparência, publicidade à coisa pública e principalmente, imortalizar informações na história.

Nesste site a sociedade poderá ter acesso a todo um arquivo digital  dos 80 anos do aludido Conselho. Todos os documentos foram digitalizados e hoje encontram-se disponíveis para o mundo. A digitalização foi feita de forma manual, pelo próprio Dr. Francisco, que após ter efetuado boa parte deste trabalho, veio ao nosso encontro solicitar ajuda para a construção do referido site.

Tecnológicamente falando, foi mais um site produzido pela Fábrica de Sítios do ITEC. Contextualmente falando, não se trata de mais um website, e sim uma imensurável contribuição para a história do Estado de Alagoas. Foi um trabalho muito rico que muito nos orgulhou de ter ajudado na viabilização.

Minha felicidade ficou maior ainda pelo valoroso reconhecimento ofertado pelo Conselho Penitenciário do Estado de Alagoas ao nos conceder a “Comenda de 80 anos do Conselho Penitenciário do Estado de Alagoas”, onde além da minha pessoa, foram agraciados o Diretor-Presidente do ITEC, Luiz Eugênio Barroca e nossa Gerente de Governo Eletrônico, Leide Isabel Coelho, além de várias autoridades como o Governador do Estado de Alagoas, a Presidente do Tribunal de Justiça, Secretários de Estado, Promotores de Justiça, Desembargadores e demais autoridades do mundo jurídico

Nunca imaginei na minha vida que receberia uma Comenda, ainda mais sendo o mais jovem “Comendador” desta ilustre homenagem (com meus 27 anos).  Homenagens e reconhecimentos como este são indiscritíveis e impagáveis. Estou feliz, muito feliz mesmo. Que Deus me dê força e condições para continuar desenvolvendo projetos valiosos como este, cuja contribuição será muito maior do que se imagina.

Meus sinceros agradecimentos ao Dr. Francisco Torres, a equipe de Conselheiros e Técnicos do Conselho Penitenciário e a maravilhosa equipe do ITEC, em especial da Diretoria de Tecnologia da Informação, time este que tenho a honra de liderar por mais de quatro anos.

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Entrevista - Conselho Nacional de Justiça (parte 1)

8, fevereiro, 2009

Conforme alguns comentários passados, estamos destacando alguns avanços do Poder Judiciário no tocante a sua participação na internet devido a uma série de medidas adotadas por este Poder, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, visando a sua modernização. Estes avanços nos instigaram a buscar junto ao CNJ maiores detalhes sobre a construção de todo este processo, que é de tamanha importância para o exercício da democracia e do Estado de Direito que nós vivemos e prezamos.

Neste contexto, fizemos contatos com o CNJ pleiteando uma entrevista sobre as Resoluções 41 e 45, que dispõem respectivamente sobre “a utilização do domínio primário “.jus.br” pelos órgãos do Poder Judiciário” e “sobre a padronização dos endereços eletrônicos dos órgãos do Poder Judiciário”.

Após termos sido prontamente atendidos, confiram neste momento esta entrevista (onde  nesta oportunidade dedico meus sinceros agradecimentos) com o Sr. Marcelo Nogueira Lino, Supervisor do Serviço de Infra-Estrutura de Produção do CNJ, profissional da área de TI há mais de 10 anos, com graduação em administração e pós-graduação em Gestão Pública.  Nossos agradecimentos também ao Dr. Pedro Paulo Lemos Machado, atual Diretor de Auditoria, Fiscalização e Normalização - Instituto de Tecnologia da Informação da Presidência da República do Brasil, onde durante os 4 anos de trabalho no Poder Judiciário, sendo 2 no STJ e 2 no CNJ, contribuiu com a concepção e implantação da AC-JUS (Primeira Autoridade Certificadora - AC de um Poder Judiciário no mundo), a participção na transformação do projeto de lei de informatização do processo eletrônico e a construção do .jus, entre outras .

Sem mais comentários, segue abaixo a primeira parte desta completa e detalhada entrevista.

Blog dos Sites Públicos - Qual foi a motivação principal para a criação do domínio .jus.br ? Esta motivação foi de ordem técnica ou jurídica ?

R: A criação do “.jus” não foi um ato isolado e não constitui-se de um fim em si mesmo. Várias foram suas motivações. Podemos destacar entre elas, talvez como a principal, a procura da “Modernização da Prestação Jurisdicional”, como uma contribuição das áreas de TIC’s (tecnologias da informação e da comunicação) no amplo processo iniciado com a Emenda Constitucional 49.

O próprio Supremo Tribunal Federal – STF há muito já vinha se preocupando com o assunto, tanto assim que em 2003 realizou o Seminário tratando deste assunto. A primeira vez que o assunto veio a discussão foi durante o 1º ETIC – Encontro de Tecnologias da Informação e Comunicação promovido pelo Superior Tribunal de Justiça – STJ, em parceria com o Conselho Federal de Justiça – CJF, envolvendo outros Tribunais Superiores e, principalmente, os Tribunais de Justiça dos Estados. Como fruto deste seminário foi redigida e assinada a “Carta de Brasília”, com o objetivo de permitir a integração de soluções tecnológicas, que em tese, se destinavam a suprir diversas demandas técnicas dos tribunais em geral, com o mesmo objetivo de solução.

A realização deste evento foi uma continuação de seminário realizado anteriormente pelo STJ e CJF, aplicando-se a mesma metodologia de abordagem do assunto TIC’s na “Prestação Jurisdicional”. Este encontro denominou-se “Juscibernética” e a abordagem dos assuntos levaram em consideração a formulação do Prof. Doutor Mario Lozano – autor da teoria da Juscibernética.

A questão da agilidade para a criação do “.jus” esta associada a aspecto que podemos enfocar como “político”, pois, todos os endereços que o Poder Judiciário tinham necessidade de implementar, carecia de uma aprovação de um órgão do Poder Executivo – o que se constituía de mais um obstáculo para o aumento da morosidade na Prestação Jurisdicional, sem o qual o CGI-Br não implementava o pedido.

Além destes aspectos, a despadronização das leis de formação dos endereços eletrônicos contribuiam para o não entendimento dos operadores do direito e dos cidadãos sobre forma correta acessar a grande quantidade de informações e de produtos e serviços disponibilizadas pelos Tribunais.

Do ponto de vista técnico, a partir da competência constitucional de que caberia ao Conselho Nacional de Justiça – CNJ a função de planejamento estratégico do Poder Judiciário brasileiro, como órgão central de sua modernização, o grande mérito foi desenvolver uma filosofia única de criação de domínios e conseqüentemente padronização dos endereços para acesso às informações e aos produtos e serviços de todos os Tribunais do País. Hoje os operadores do Direto, bem como os cidadãos sabem que os endereços eletrônicos são padronizados e sua lei de formação induz a um conhecimento tácito de todos eles.

Do ponto de vista da integração dos sistemas as dicas para o desenvolvimento de aplicações que usem o mesmo critério de endereçamento é de grande significado na integração lógica destas aplicações.

Do ponto de vista da segurança da informação o Poder Judiciário inovou na adoção de uma ferramenta específica de uso da informação segura na Internet, pois, apesar de não ser a primeira organização a se preocupar com o assunto; a FEBRABAN desenvolveu em conjunto como CGI-Br a utilização da nova tecnologia de endereçamento – o DNSSEC (Domain Name Service Security Extensions – Serviço de Nomes de Domínio com Extensão Segura), ele foi a primeira organização do País a adotar o uso da nova tecnologia na Internet Brasil. O sistema bancário nacional só a partir de setembro de 2008 passou a adotar a mesma solução adotada pelo Poder Judiciário, tendo o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), anunciado o início da operação do domínio de primeiro nível (DPN) b.br para instituições financeiras no dia 24 do mês setembro de 2008. Além do caráter restrito inerente ao novo DPN, o b.br contará com a adoção obrigatória do protocolo DNSSEC, que adiciona segurança ao servidor DNS, que faz a conversão de nomes em endereços IPs, por meio da assinatura das respostas. Dessa forma, a possibilidade de fraude no acesso ao DNS será reduzida, quase totalmente eliminada, desde que a cadeia de resolução utilizada pelo usuário final possua DNSSEC, segundo o NIC.br. “A obrigatoriedade do DNSSEC é essencial para garantir o caminho até um endereço seguro; o b.br é esse endereço”, conforme tem dito Frederico Neves, Diretor de Serviços e Tecnologia do NIC.br. O NIC.br já utiliza a tecnologia na raiz .br e na grande maioria dos DPNs, mas o uso do DNSSEC nos domínios abaixo deles é opcional. Já no b.br, o DNSSEC será obrigatório para todos nomes. Esse tipo de proteção integral em um DPN já está ativo no jus.br, cujo comportamento é idêntico ao b.br, porém destina-se ao Poder Judiciário, que através do CNJ, autoriza ás solicitações de novos domínios .jus, cabendo ao NIC.br a gerencia e administração destes domínios.

Podemos ver que a inovação adotada pelo Poder Juciário, inclusive a característica de ser mandatório e obrigatório, de acordo com as negociações feitas à epoca com o CGI-BR, através do NIC-BR, começa a surtir efeito na Internet Brasil. No domínio .gov, o uso destas características ainda não ganharam o status de obrigatórias, continuando como opcionais.

Esta decisão proposta pelo CNJ não está associada apenas aos aspectos da inovação tecnológica adotada, está associada seguramente à EC 49 e à Lei 10.419/2006 que instituiu a Informatização do Processo Judicial, pois a condição mandatória e obrigatória da conversão do .gov para o .jus, constitui-se em um dos pilares, com certeza não o único, da segurança da informação jurídica em todos os produtos e serviços disponibilizados via Internet pelo Poder Judiciário brasileiro.

Do ponto de vista jurídico, a não ser a garantia do acesso seguro às informações jurídicas disponibilizadas pelos Tribunais, na Internet não houve uma manifestação específica. Interessante notar que sob o aspecto jurídico, podemos dizer constitucional, a inovação do .jus promoveu o cumprimento do Art. 13 da CFC, ao adotar a grafia dos domínios genéricos dos órgãos do Poder Judiciário brasileiro utilizando a combinação de letras e números [a-z; 0-9], podendo ser utilizados caracteres acentuados [à, á, â, ã, é,ê, í, ó, ô, õ, ú, ü], hífen [-] e “cê” cedilha [ç].

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Os grandes avanços do Poder Judiciário

5, fevereiro, 2009

Com muita felicidade que compartilho com os amigos leitores do blog que nosso trabalho já está rendendo frutos. Após enfatizarmos em nossos posts os avanços do Poder Judiciário, conseguimos uma excelente entrevista com o Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que explana os inúmeros avanços bem como a visão sistêmcia do Poder Judiciário no tocante ao seu processo de modernização, onde se incluiu a criação do domínio .jus.br e outras ações inovadoras.

Em muito breve publicaremos essa entrevista na íntegra. Até breve.

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As páginas da justiça (parte final)

19, janeiro, 2009

Enfim conseguimos dar uma “volta no Brasil” por três vezes, navegando na Esfera Estadual nos sites dos Três Poderes de cada unidade federativa. De agora em diante, o internauta pode encontrar aqui no blog, de forma rápida e concentrada, os links para os portais de qualquer Poder de qualquer Estado do Brasil. Com este post concluímos a relação de links do Poder Judiciário, onde novamente destaco e parabenizo este Poder pela preocupação em facilitar a vida do internauta (e da população em geral) ao editar a resolução Nº 45, de 17 de dezembro de 2007 do Conselho Nacional de Justiça que normatizou a utilização do domínio .jus.br.

Os resultados foram conferidos de pertos pelo blog, cuja padronização determinada pela resolução tornou bastante intuitivo a descoberta dos endereços eletrônicos dos Tribunais de Justiça dos Estados. A regra é simples: http://www.tj(sigladoestado).jus.br, vide exemplos abaixo.

Complementando o post passado, desta vez conseguimos acessar o site do Tribunal de Justiça do Acre através do endereço www.tj.ac.gov.br cujo link já se encontra devidamente atualizado.

Não conseguimos acessar o site do Tribunal de Justiça do Tocantins (tentamos os endereços www.tjto.jus.br e www.tj.to.gov.br e ambos deram o erro de página não encontrada). Detectamos ainda que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro utiliza o endereço www.tjrj.jus.br como um mero encaminhador para o endereço antigo do site, www.tj.rj.gov.br.

Abaixo a relação dos novos links. Até breve.

admin Mensagens Gerais

As páginas da justiça (parte 1)

16, janeiro, 2009

Concluindo esta primeira etapa de cadastramento de informações no Blog, iniciamos a disponibilizar para nossos leitores os primeiros links do Poder Judiciário do Estados do Brasil.  Ao analisar os links, os leitores irão perceber os primeiros endereços com a terminação .jus.br, determinada pela resolução Nº 45, de 17 de dezembro de 2007 do Conselho Nacional de Justiça. Adiante, o blog se disporá a comentar esta resolução, detalhando os motivos e as razões que o Poder Judiciário quis se dissociar dos demais Poderes ao não adotar mais o tradicional gov.br.

Nesta relação de links, tentamos acessar o site do Tribunal de Justiça do Acre, sem sucesso. Foram tentados os endereços www.tj.ac.gov.br que apenas apresentou uma mensagem de erro e o endereço www.tjac.jus.br não apontou para página alguma.

admin Mensagens Gerais

Bem vindos

16, dezembro, 2008

Olá amigos,

Todo cidadão brasileiro, que paga uma das maiores cargas tributárias do mundo, deseja ter um bom serviço público. Apesar da ineficiência generalizada do Estado, várias iniciativas de melhoria dos serviços públicos já foram publicadas na web, algumas delas, com baixissima divulgação.

Nossa proposta é criar um espaço de divulgação de iniciativas de relacionamento Governo-Sociedade na internet, baseado nos sites públicos, bem como analisar as boas práticas e sites que deveriam ser melhorados. Analisaremos sites de Governo, Secretarias de Estado, Autarquias, Fundações, Empresas Públicas, Prefeituras, Instituições do Judiciário, Cortes de Contas, Ministério Público, dentre outros.

Queremos o Poder Público brasileiro mais presente na Web, assim como em países como o Canadá e a minuscula ilha de Cingapura, uma das maiores referências neste assunto no mundo.

Contamos com vocês para uma ampla participação em nosso blog. Um abraço.

Thiago Ávila - Editor do Blog.

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